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Tenho muitas perguntas e nenhuma resposta, a cada dia as minhas duvidas almentam e nada mais compreendo, a minha vida está um rolo, ninguem mais me entende, ninguem mais me da atenção.. E eu pergunto o "por que" de tudo isso.. Mas como sempre, a resposta ainda não me veio! Laais Vettorazzi.
Sabe o sorriso dele? É perfeito. Acho que sempre será o meu favorito. Impossível dizer que nunca houve um momento especial ao lado dele, porque todos foram marcantes e importantes, pelo menos pra mim. A maneira dele falar e de irritar também. Aquela mania besta que tinha de me interromper no meio de uma frase ou até mesmo uma palavra, fazia isso pra me irritar, e o fazia muito bem. Ele conseguia ser especial até mesmo em silencio. Conseguia me fazer rir sem esforço algum. Apenas o fato de falar com ele, me fazia sorrir e rir. Me fazia feliz e nem sabia. Posso ter quase certeza, que ninguém nunca o conheceu como eu. As vezes acho que ele era de outro mundo, pois me amou e cuidou de mim. Engraçado que na hora da saudade, os bons momentos são os únicos que marcam minha memória. Os sorrisos, o carinho, todo aquele amor, aquela amizade que parecia existir acima de tudo, são só dessas lembranças que minha mente se ocupou. E confesso que hoje queria estar ao seu lado, abraçada contigo e planejando minha vida com você. Porque por mais que ninguém acredite, eu te amo, por mais que você possa duvidar, eu te amo. E por te amar tanto, te deixei partir. Mas sempre vou estar aqui esperando sua volta, esperando você de braços abertos. Um dia confessei à mim mesma, que se um dia eu te perdesse, não encontraria outro alguém, pois de toda forma, seria sempre por você que eu estaria procurando. E é assim que minha vida está. Vivo na saudade, na esperança de um dia te ter de novo. Por mais idiota que seja, por mais idiota que eu seja, eu não consigo esquecer você. Porque eu tenho que te amar tanto, me diz?
Eu tenho vontade de matar as pessoas que colocam TUDO no facebook, exemplos: “Aiii porque você me deixou? Estou triste!”, “Feliz porque ele me ama!”, “Eu não quero mais você!”, “Minha mãe brigou comigo!”, “Meu peixe morreu!”… Etc. Eu tenho vontade de esfregar a cara delas no chão. Tem que sofrer muito minha filha, tem que ser largada por um milhão de homens e vê se aprende que amor não se implora. Vê se aprende que se ele gosta, uma frase no facebook não significa nada. Vê se aprende que se ele não gosta, você pode escrever até o RG dele no seu mural, ele nem vai ter a capacidade de ler. Aprende. Aprende. Aprende que dói menos.
Se era amor? Não era. Era outra coisa. Restou uma dor profunda, mas poética. Estou cega, ou quase isso: tenho uma visão embaraçada do que aconteceu. É algo que estimula minha autocomiseração. Uma inexistência que machucava, mas ninguém morreu. É um velório sem defunto. Eu era daquele homem, ele era meu, e não era amor, então era o que? Dizem que as pessoas se apaixonam pela sensação de estar amando, e não pelo amado. É uma possibilidade. Eu estava feliz, eu estava no compasso dos dias e dos fatos. Eu estava plena e estava convicta. Estava tranquila e estava sem planos. Estava bem sintonizada. E de uma dia para o outro estava sozinha, estava antiga, escrava, pequena. Parece o final de um amor, mas não era amor. Era algo recém-nascido em mim, ainda não batizado. E quando acabou, foi como se todas as janelas tivessem se fechado às três da tarde num dia de sol. Foi como se a praia ficasse vazia. Foi como um programa de televisão que sai do ar e ninguém desliga o aparelho, fica ali o barulho a madrugada inteira, o chiado, a falta de imagem, uma luz incômoda no escuro. Foi como estar isolada num país asiático, onde ninguém fala sua língua, onde ninguém o enxerga. Nunca me senti tão desamparada no meu desconhecimento. Quem pode explicar o que me acontece dentro? Eu tenho que responde às minhas próprias perguntas. Eu tenho que ser serena para me aplacar minha própria demência. E tenho que ser discreta para me receber em confiança. E tenho ser lógica para entender minha própria confusão. Ser ao mesmo tempo o veneno e o antídoto. Se não era amor, Lopes, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não sabe se vai ser antes ou depois de se chocar com o solo. Eu bati a 200Km/h e estou voltando a pé pra casa, avariada. Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez seja este o ponto. Talvez eu não seja adulta suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, Lopes, de acreditar em contos de fadas, de achar que a gente manda no que sente e que bastaria apertar o botão e as luzes apagariam e eu retornaria minha vida satisfatória, sem sequelas, sem registro de ocorrência? Eu nunca amei aquele cara, Lopes. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, era sacanagem. Não era amor, eram dois travessos. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor, era melhor.
Enquanto ouço por aí sobre como sua vida está ótima, me pergunto como você reagiria se soubesse e visse com detalhes minha tortura diária de levantar e ir dormir pensando em você.
Eu duvido. Duvido que você não chame meu nome quando você sente falta de alguém, duvido que não sinta falta do meu carinho sempre tão sincero, falta de me contar como foi seu dia, as histórias da sua vida que sempre foram pra mim melhor do que qualquer novela. Duvido que você não me procure nas biscates que você pega por aí, sempre tão vazias. Vazias igual a sua liberdade idiota que nunca te serviu pra porra nenhuma. Talvez esse seja o nosso problema, eu sou completa demais pra sua vidinha mais ou menos. Eu sinto, eu penso, eu falo, eu te conheço, isso te assusta né? “Tô invadindo seu espaço? Desculpa.” Essa fui eu, durante todo esse tempo, me desculpando por que mesmo? Me diminui pra você ficar maior, pra você não me perceber entrando na sua vida. Se você pudesse sentir o quanto isso dói você quem iria se desculpar. Eu queria ligar pra você, e te falar sem pausas tudo que eu ensaio toda vez que você me magoa, mas nunca digo pra não te magoar, afinal você não me faz mal por mal, e talvez esse seja o pior mal que se possa fazer a alguém, tão natural. Bobagem, como se algum ensaio no mundo fosse me deixar firme depois do seu ‘alô’. Então é isso, tô te escrevendo. Sempre fui mais segura com as palavras. Tô te escrevendo pra talvez um dia te enviar, mas to escrevendo. E não é sobre você dessa vez, é sobre mim. Sobre o quanto eu sou boa, igual a mim tá difícil meu bem. Sobre como eu não preciso usar cinco centímetros de saia e um decote no umbigo pra ser mulher; Sobre como, ainda assim, só eu sei fazer de você um homem. Sobre muitas coisas, mas principalmente, sobre quantos homens eu poderia estar saindo nesse exato minuto. Não é com você, é comigo sabe? Por exemplo, EU te idealizo nesse momento como o melhor, não que você seja. Acho legal você brincar com a sorte, mas se eu fosse você não teria tanta certeza da minha posse assim. Talvez ninguém tenha te avisado ainda, então desculpa se eu vou te dar essa notícia sem te preparar antes, mas a porra do mundo não gira em torno do seu umbigo. Ficou chocado? Acontece. Só queria te dá um conselho, em nome da nossa amizade e meu carinho por você, tira uma mão da liberdade e segura um terço. Fica assim, agarrado nas duas coisas sabe? E reza, reza muito pra não aparecer ninguém que mexa comigo enquanto você fica brincando de não saber o que quer. Porque eu sou amor, e ainda que não seja o seu, essa é a minha essência. E você não deve acreditar muito nessa ideia, pelas tantas vezes que eu quase fui, mas um dia eu vou.. sempre foi assim. Mas deixa eu te contar um segredo: se eu for, eu não volto.
Ele não podia tocá-la. Ela não podia tocá-lo. Então, sonhavam todas as noites, um com o outro, se abraçavam incansavelmente em uma fantasia surreal; Mentiam para si mesmos que estavam juntos, e por vezes chegavam a acreditar; Não bastava somente sonhar, nem semente viver, mas o que lhes faltava, preenchiam com o insano ato de amar.
Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje já é outro dia.
Talvez eu seja mesmo estranha. Complicada. Diferente. Exatamente como muitos já me disseram. Eu gosto de ver gente, gosto de conhecer, de conversar e gosto de estar sozinha, vivendo apenas comigo.
Na maioria dos dias, gosto de ficar na janela observando o tempo, o céu, as estrelas, a lua e as luzem se acendendo e apagando nos prédios vizinhos. Gosto de respirar aquele ar da noite e me imaginar ao lado dele.
Eu faço planos, crio histórias, diálogos, frases… Tudo pensando em nós. E, quase sempre, deixo escapar um sorriso por saber que compartilhamos o mesmo céu, as mesmas estrelas e a lua.
O meu tumblr não é o mais famoso, não é o mais legal, não é o mais moderno, não é o com mais followers, não é oque as pessoas mais reblogam. Meu tumblr não é famoso mas pelo menos aqui é onde eu expresso todos os meus sentimentos, aqui é como se fosse o meu diario. O tumblr é o melhor lugar, onde todos me entendem e eu entendo todos